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“Aprenda a enxergar que você não é tão importante. Você faz parte de uma sociedade, não domina ela. Você convive com outros iguais. Você não é melhor do que ninguém. Aprenda a respeitar, e só assim você terá respeito. Agora, se você acha que é Deus, eu só tenho a lamentar por sua vida ser tão pequena. E não esqueça: Cagamos, mijamos e morremos. Somos todos iguais.”

Esteban. (via m-i-l-o-n-g-a)

(via m-i-l-o-n-g-a)



“Eu posso não ser o que tu esperavas, mas a gente não escolhe o que quer sonhar quando coloca a cabeça no travesseiro. Eu posso não ser o que tudo que tu precisavas, mas a gente vive e morre sem saber do que realmente precisamos. Eu posso não bastar. Então que baste o amor.”

Lucas Silveira.  (via m-i-l-o-n-g-a)

(via m-i-l-o-n-g-a)







“Num dia desses ela parou pra ouvir Legião Urbana. Lembrou-se de quando era uma criança, dos vinis e encartes que via de sua mãe. Hoje ela entende as letras, aprecia a beleza das melodias. E quanta beleza. Quão belas são as letras quanto os acordes tocados.
Ela tem dezesseis, pensa duas vezes, gostaria de acreditar que o mundo é perfeito, mas infelizmente celebra a estupidez humana, aquela que existe em todas as nações, inclusive quando escreve celebra a própria estupidez.
Antes, Legião Urbana era a banda que sua mãe ouvia para colocá-la pra dormir, hoje é a que mostra o que ela sente, o que ela descobriu, o que ela tenta expressar através do que ela mesma escreve, Renato Russo era a voz que a encantava quando criança, hoje é a voz que nunca se calará, a que canta o que ela quer e precisa ouvir.
Ela, sou eu.”

(via yellowbricksonstreet)



Cartas de uma Jovem Publicitária: Tributo à Legião Urbana→

yellowbricksonstreet:

QUE FODA, LEIAM!

cartasdeumajovempublicitaria:

Eu tinha 10 anos quando o Renato Russo faleceu, mas já conhecia todos seus poemas musicados. Minha mãe sempre foi fã dessa banda que saiu de Brasília para encantar o pais inteiro!

Lembro-me de dias bons com a minha mãe cantando sem parar “Que pais é este?”. E eu acompanhava muitas vezes…



radioatividade-musical:

                                  (via radioatividade-musical) 

















“Bem no fundo, há coisas que são só minhas. E embora me assustem às vezes, é delas que mais gosto.”

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